terça-feira, 15 de outubro de 2013

Frutas - Fruits

Vamos para a parte das comidas, um dos conteúdos da prova da turma 2B amanha! :)

Frutas - Fruits


Apple
Lemon*
Banana


Plum
Orange


Grape

(a bunch of grapes)

Pineapple

Avocado

Watermelon


Pear
Peach

Strawberries
Papaya


Fig

Passion fruit

Lime

Coconut
* Curiosidade: Apesar de associarmos lemon a limão, a fruta não é a mesma a que estamos acostumados. O limão de casca verde (limão Tahiti), bastante utilizado no Brasil, é chamado, no inglês, lime. Lemon é o que conhecemos como limão siciliano, e pode também ser usado para a lima.

Créditos: http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/Foods1.php

ENGLISH AROUND THE WORLD

A LÍNGUA INGLESA NO MUNDO - ENGLISH AROUND THE WORLD

* Após o texto em inglês, confira abaixo a versão em português.
Useful terms for types of languages:
- Native -  the language you learned at home with your family when you were small.
- Official - the language that is used in official documents, spoken on the radio and on television.
- Second language - language you learn because you have to live in the country where the language is spoken.
- Foreign language - languages spoken abroad, a language you can choose to study at school.

Some facts about the Language
Non native-speakers of the language now outnumber native speakers 3 to 1.
    English is spoken as first language by more than 370 million people throughout the world, and is used as a second language by as many, if not more. One in five of the world's population speaks English with some degree of competence. It is an official or semi-official language in over 70 countries, and it plays a significant role in many more. English is not just one standard language, but can be thought of as a "family", which includes many different varieties. The map below shows where English and its varieties are spoken nowadays: 
   countries with significant concentrations of native speakers of English (in all of these countries English is an official or de facto language of administration)
   other countries in which English is an official or important administrative language
Source: Wikipedia, the free Encyclopedia (http://en.wikipedia.org/wiki/Main_Page)

    Within a decade, 2 billion people will be studying English and about half the world — about 3 million people — will speak it. Non-native speakers of the language now outnumber native speakers 3 to 1, according to English language expert David Crystal. He recognizes that there is never before been a language that's been spoken by more people as a second language than a first. In Asia alone, the number of English-users has topped 350 million — roughly the combined populations of the United States, Britain and Canada. There are more Chinese children studying English — about 100 million — than there are Britons.
   
What people use English for
    
     The massive English-learning industry in India alone is a $100 million-per year business. It's the front line of a global revolution in which hundreds of millions of people are learning English, the planet's language for almost every kind of transaction. English is the main language of commerce, technology, communication, science, academic conferences, business, entertainment, airports and air-traffic control, diplomacy, radio, newspapers, books, sports, tourism, international competitions, pop music advertising etc. — and, increasingly, empowerment.
     Over two-thirds of the world's scientists read in English. Three quarters of the world's mail is written in English. Eighty per cent of the world's electronically stored information is in English. Of the estimated forty million users of the Internet, some eighty per cent communicate in English, but this is expected to decrease to forty per cent as speakers of other languages get online.
Some types of new Englishes
     The new English-speakers aren't just passively absorbing the language. They are shaping it, arising an interesting event: the blend of two names of languages in one, which forms a new name for that new language. This blending is called portmanteau. Some examples of portmanteaus from names of languages are:
Englog (or Enggalog)= English + Taglog (spoken in the Philippines)
Japlish = Japanese + English
Hinglish = Hindi + English
Spanglish = Spanish + English


What about the Future?
     All languages are works in progress. But English's globalization, unprecedent in the history of languages, will revolutionize it in ways we can only begin to imagine. In the future, suggests David Crystal, there could be a tri-English world one in which you could speak a local English-based dialect at home, a national variety at work or school, and international Standard English to talk to foreigners. With native speakers, a shrinking minority of the world's Anglophones, there's a growing sense that students should stop trying to emulate Brighton or Boston English, and embrace their own local versions. Researchers are starting to study non-native speakers' "mistakes", as "She look very sad," for example — as structured grammars. In a generation's time, teachers might no longer be correcting students for saying "a book who" or "a person which."

 
Créditos: http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/ingmundo1.php

Termos do futebol

Futebol pra Inglês ver: os preconceitos que o esporte sofreu ao ser batizado no Brasil
Bem antes de virar sinônimo da identidade nacional, futebol foi alvo de disputa de linguagem
O futebol virou uma ferramenta para o brasileiro organizar o seu próprio mundo. O torcedor torna o jogo de bola uma forma de expressão. Temos inúmeras palavras para bola de futebol, tal o valor do esporte em nossa vida cotidiana. O esporte - e a terminologia que ele produz - virou uma arena para as mazelas nacionais. Quando foi introduzido no país por Charles Miller, em 1895, era praticado pelas elites sob o pretexto de ser uma prática ideal à criação de jovens sadios, sempre necessários aos inúmeros esforços de guerra que viriam nos anos seguintes. Sua popularização, ocorrida até o início da década de 30, mudou o cenário do futebol. A linguagem usada no meio e entre torcedores é reflexo da passagem de um esporte de elite para uma prática popular. Não foram poucos os elitistas que tentaram batizá-lo de ludopédio, balípodo ou podosfera. Levaram goleada da população, que define o que gosta, como quer e pode.
A Origem dos Termos
O formato atual do esporte foi organizado na Inglaterra no século 19, e de lá vêm suas palavras fundamentais:
FUTEBOL: O termo talvez seja o anglicismo mais celebrado do Brasil. Veio do inglês football (de foot, pé + ball, bola), literalmente, "bola no pé". Nos Estados Unidos, o football association, nome oficial do esporte na Grã-Bretanha, reduziu-se a soccer por alteração de (as)soc(iation) + o sufixo er. Em italiano, o nome é calcio, coice, pontapé, de gioco del calcio, do latim calx, cálcis, calcanhar, pé, pata.
GOL: Do inglês goal, objetivo. Além de meta a ser transposta pela bola, é o ponto obtido pela transposição da linha entre as traves verticais e o travessão horizontal. Em Portugal, o ponto é "golo", e a meta, "baliza". "Gol" é capricho brasileiro. O idioma tende a transformar em oxítonas palavras terminadas em ol (espanhol, anzol).
GOLEIRO: De "gol" mais o sufixo -eiro, palavra que substitui no Brasil o goalkeeper do futebol inglês. É o único jogador de futebol que tem direito de segurar a bola com as mãos, desde de que na grande área de seu campo. Raramente chamado de guarda-metas. Em Portugal, guarda-redes.
TIME: Do inglês, team. Grupo de animais ou pessoas (certos jogadores), associadas em uma atividade. Também quadro ou equipe, do francês équipe. No futebol inglês, havia goalkeeper, backs, half-backs e cinco forwards, fora as subdivisões, como back direito, esquerdo; half direito e center-half. No Brasil, narradores falavam em "golquíper", "beques" e "alfos", em curiosa mistura linguística.
BOLA: Do latim bulla, bolha, bola. A de futebol deve ter circunferência de 68 a 71 centímetros e deve pesar de 396 a 453 gramas. Antigamente os locutores esportivos a chamavam de redonda, gorduchinha, menina, couro: "Mata o couro no peito e baixa na terra!". Agora, o espírito rococó ou condoreiro anda sumido, e eles estão mais contidos.
JUIZ: Do latim judex, judicis, juiz, o que julga. Em inglês, referee, juiz, árbitro (de futebol; o de direito é judge, magistrate). Há anos, narradores esportivos se referiam a ele como "sua senhoria" e "meretíssimo", querendo dizer meritíssimo, de mérito.
PÊNALTI: Do inglês penalty, penalidade, proveniente do latim poenalis, poenale, penal. Castigo máximo por falta feita na grande área e nome do chute dado da distância de 11 metros contra o goleiro, que deve defendê-lo sozinho e não pode sair da linha antes do tiro. Chamado também de penalidade máxima no Brasil e de grande penalidade em Portugal.
ZAGA: Do árabe zaqa, pelo espanhol zaga, retaguarda de um exército. Chegou ao português aplicada apenas ao futebol, referida à última linha defensiva de uma equipe. Daí, zagueiro: zaga + o sufixo -eiro.
 
Créditos: http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/curiosidades/curiosityfootball.php

MERRY Christmas ou HAPPY Christmas?

MERRY Christmas ou HAPPY Christmas?
Merry Christmas ou Happy Christmas são saudações que se falam para desejar a uma pessoa um natal agradável, bom, feliz. Ambas significam a mesma coisa ("Bom Natal", "Feliz Natal") e são consideradas Holiday Greetings: uma seleção de cumprimentos proferidos entre os meses de dezembro e janeiro, como, por exemplo, no Natal e no Ano Novo. Uma saudação em inglês consiste tipicamente na palavra "happy" (feliz, bom) seguida do nome da festividade, como, por exemplo, "Happy New Year" (Feliz Ano Novo), embora a expressão "Merry Christmas", com Merry no lugar de Happy, seja uma exceção importante.
Ambos "Merry Christmas" e "Happy Christmas" são tradicionalmente utilizados na América do Norte, Reino Unido, Irlanda e Austrália, e começam a ser usados algumas semanas antes do Natal de cada ano. "Merry Christmas" é a saudação tradicionalmente mais utilizada nos Estados Unidos e no Reino Unido, composto por Merry (= jolly, happy) e Christmas (do Inglês Antigo: Cristes mæsse, para Christ's Mass, Festa de Cristo). Seus significados e variações são:
- "Merry Xmas", forma mais sucinta para "Merry Christmas,", onde o X fica no lugar de Christ (Cristo).
- "Happy Christmas" é um equivalente e é mais utilizado no Reino Unido e na Irlanda, ao mesmo tempo em que também se utiliza "Merry Christmas", com o mesmo significado nesses países.
História da saudação Merry Christmas
"Merry" deriva do Inglês Antigo myrige, e originalmente significava "agradável" em vez de "alegre", "animado".
Embora o Natal seja celebrado desde o século IV D.C., o primeiro uso conhecido de qualquer saudação natalina data de 1565, quando aparece em The Hereford Municipal Manuscript: "And thus I comitt you to God, who send you a merry Christmas". "Merry Christmas and a Happy New Year" (assim, incorporando duas saudações) constava em uma carta informal escrita por um almirante em 1699. A mesma expressão aparece no cântico natalino (carol) inglês "We Wish You a Merry Christmas", e no primeiro cartão de natal, produzido na Inglaterra em 1843.
Também em 1843, foi publicado "A Christmas Carol" (Um Cântico de Natal), de Charles Dickens, durante o ressurgimento da comemoração na Era Vitoriana. A palavra Merry estava nesta época começando a tomar seu significado atual de "jovial, animado, alegre e amigável". "Merry Christmas" neste novo contexto aparecia proeminentemente em "A Christmas Carol". A popularidade instantânea de "A Christmas Carol", as tradições natalinas da era vitoriana que o livro tipifica e o novo significado do termo que aparece no livro de Dickens contribuíram para popularizar a expressão "Merry Christmas".
História da saudação Happy Christmas
A saudação alternativa "Happy Christmas" começou a ser utilizada no final do século XIX e ainda é comum no Reino Unido e Irlanda, ao lado de "Merry Christmas". Uma razão para isso talvez possa ser a influência da classe média Vitoriana Metodista, na tentativa de separar seu constructo de celebração sadia de Natal daquele simbolizado pela embriaguez pública comum à classe baixa e pelo comportamento antissociável associado a essa classe, quando merry também podia ser interpretado como "embriagado", "bêbado" (slightly drunk, tipsy). Dizem que a Rainha Elizabeth II prefere "Happy Christmas" justamente por essa razão. No poema americano de Clement Moore, "A Visit from St. Nicholas" (1823), o verso final, escrito originalmente como "Happy Christmas to all, and to all a good night" (Feliz natal a todos, e a todos uma boa noite), foi modificado em muitas edições posteriores para "Merry Christmas to all (...)", indicando talvez a relativa popularidade da expressão nos Estados Unidos.

Créditos: http://www.solinguainglesa.com.br/conteudo/curiosidades/curiositymerry.php

O que o "Peru" (país) e a "Turquia" têm em comum?

O que o "Peru" (país) e a "Turquia" têm em comum?
Por que chamamos uma ave de peru ("Peru"), os povos de língua inglesa chamam de turkey ("Turquia") e os de língua francesa de d'Inde ("da Índia"), se ela não é originária de nenhum desses três países?
turkey (peru)
Peru
Turkey (Turquia)

Em inglês, o substantivo Peru se refere unicamente ao país vizinho do Brasil cuja capital é Lima. Para se referir à ave peru, use a palavra Turkey. Por uma dessas coincidências incríveis, o único país da língua inglesa que compartilha seu nome com o de um animal é a Turquia. Em inglês, a palavra turkey pode tanto significar Turquia (país) quanto peru (animal), sendo o nome do país grafado com letra maiúscula.
O curioso é que a ave, o tradicional peru do Natal (ou, para os americanos, também do Thanksgiving, o dia de ação de graças), apesar dos nomes, não é originária de nenhum desses países, e sim do México e do sul dos Estados Unidos. Mas há uma explicação para isso.
Pois então: a pátria do peru é o território hoje designado por México, e foram os astecas os primeiros a domesticá-lo. Como ave selvagem, existia também nos territórios dos Estados Unidos de hoje.
Deveria então chamar-se “galo do México”? Saiba que os mexicanos não o chamam assim. No México é guajolote, um termo da língua nativa azteca, que significava “grande monstro”. A atribuição desse horrível nome ao pacífico “glu-glu” tem origem numa antiga lenda local, que não vem agora ao caso.
No Peru (país) é que ele não existia, nos princípios da colonização.
Mas para os portugueses, naquela altura, tudo quanto fosse território espanhol nas Américas era Peru.
E dai, quando os espanhóis trouxeram a ave para Espanha, e lhe chamaram “pavo”, ou seja “pavão” (que eles distinguiam chamando a este último de “pavo real”), os portugueses deram-lhe o nome de “galinha do Peru” ou “galo do Peru”.
Peru, por sua vez, é um nome geográfico de origem ambígua, provavelmente vem da palavra nativa Birú, que significava rio, ou do nome de um chefe indígena.
Foram os mercadores do Mediterrâneo Oriental que levaram o peru até as ilhas britânicas. E, como para os ingleses tudo que se referia ao Levante era Turco, o pássaro foi batizado de turkey, nome pelo qual, hoje, é mais universalmente conhecido, graças à expansão da língua inglesa.
O turkey dos ingleses designava, a princípio, outra ave: a galinha-d’angola. Depois de certo tempo, os súditos da rainha descobriram que a galinha-d’angola não provinha da Turquia e deram-lhe outro nome: guineahen, ou seja, "galinha-da-guiné" (veja a figura ao lado). Quando o peru chegou à Inglaterra, no século 16, os ingleses viram então uma oportunidade de recuperar o nome turkey, batizando a ave procedente do Novo Mundo com esse nome.
Guinea Hen (Galinha-d'angola)
Já na Turquia não é assim. Chamam-lhe hindi. Pois não veio ele das Índias Ocidentais? E também em francês, pela mesma razão, hoje chama-se dinde, uma contração do original “coq d’Inde”.
A história da dinde dos franceses é parecida com a de turkey. É que no início os franceses chamavam de dinde a galinha-d’angola. Até que no ano de 1532, quando o peru chegou à França, os franceses resolveram que dinde passaria a ser o nome da ave importada da América. Na França, dinde é a fêmea do peru, ou seja, é a perua. O macho é dindon. Mas, diferentemente de nós, os franceses preferem a forma feminina.

É, portanto, uma ave com muitas pátrias.
Fontes:
http://www.teclasap.com.br/blog/2007/11/17/falsos-cognatos-peru/
http://steinhardts.wordpress.com/2006/09/
http://blogdocaos.blogspot.com/2008/08/origens-das-palavras.html

Curiosidades 2 :)

Mais uma...

Por que se usa "@" (at sign ou at symbol) em endereços eletrônicos?
Criado para ser uma unidade de medida, o arroba virou símbolo dos tempos modernos, ganhou status de design e passou a fazer parte do acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York.
Ele nasceu assim...
Quando o latim ainda era língua corrente, a contração da preposição ad (que tem o sentido de lugar e movimento) se parecia com o @. Mas o arroba, tal como o conhecemos hoje, nasceu no século 16, em Florença. Na época, o marchante Francesco Lapi o usou para simbolizar uma unidade de medida. Ela era baseada na ânfora (um vaso de terracota) usada nos mercados italianos para medir grãos e outros bens de consumo. Com o tempo, foi caindo em desuso e, hoje, o símbolo ainda tem o nome de uma unidade de medida somente em português e espanhol.
Na era moderna, o arroba virou propriedade dos contadores. Por isso, o sinal entrou para o teclado básico das máquinas de escrever em 1885. Mas foi apenas no fim do século 20 que ele virou o ícone da era digital. O arroba estava quase morto até o engenheiro elétrico norte-americano Ray Tomlinson inventar o e-mail, em 1971. Ele escolheu o símbolo para ser a liga dos endereços de e-mail.
As razões? Primeiro por ser um ícone que já existia nos teclados e não tinha nenhuma função para a maioria da população. Segundo, porque os norte-americanos chamam o sinal de "at", abreviação da expressão at the rate of (à medida que). At tem a função de lugar: onde, está. Traduzindo um endereço de e-mail, a escolha fica óbvia. O usuário fulano de tal está no provedor X: fulanodetal@provedorX.
O que é? O que é? É redondinho e perfeitinho. Você o usa várias vezes ao dia, mas não dá a mínima atenção para a sua existência. Tem o mesmo significado no mundo inteiro. Só começou a ser usado intensamente há pouco mais de 10 anos. E, recentemente, virou peça de museu? Acertou quem respondeu o arroba. É isso mesmo, o símbolo @. Depois de mais de décadas escondido nos endereços dos nossos e-mails, foi apenas em 2010 que o arroba virou tendência. Para isso, bastou a curadora do Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA), Paola Antonelli, decretar.
Tudo começou quando Antonelli se reuniu com os 25 membros do comitê do Departamento de Arquitetura e Design do MoMa, o qual preside. Eles avaliaram a importância do arroba para o design e decidiram acrescentar o ícone às 175 mil peças do acervo do museu, sem nenhum custo para a instituição. Afinal, o arroba não tem dono e não tinha de quem comprar. A justificativa da escolha é simples: é o marco da geração da tecnologia do século 21.
– É um design de extraordinária elegância e economia – justificou Paola no blog do museu. Isso foi o suficiente para criar o mito em torno do símbolo internacionalmente conhecido.
A mística em volta do arroba não é recente. As mais diversas áreas já o estudaram. Em cada uma delas, o símbolo tinha significados diferentes. O pessoal da tecnologia foi quem elevou o status do arroba, ao usá-lo para constituir o primeiro endereço de e-mail. Já os linguistas acham fascinante a sua transformação em símbolo universal. Independentemente da língua que se fala, ele tem pelo menos uma função: identificar o provedor do seu e-mail. Mas após esse renascimento do sinal, os designers se apropriaram dele como um ícone graficamente elegante, simples e funcional.
A decisão de Paola de acrescentar o arroba ao acervo do MoMA despertou uma interessante discussão sobre o que pode ser design. Em texto divulgado no blog oficial do museu, a curadora defende que, assim como a arte contemporânea e a arquitetura, o design também pode ter manifestações inesperadas.
– A aquisição do @ vai um passo à frente. Eu acredito que não é mais necessário ter a possessão física de objetos para adquiri-los – diz.
Para tomar tal decisão, ela e o comitê avaliaram a forma, o significado, a função, a inovação, os aspectos culturais, o processo e a necessidade do produto. O arroba pode até não ter sido desenvolvido com a intenção de ser um símbolo de design, mas ele é tão funcional que acabou sendo adotado pelos profissionais da área. As razões são as mais diversas. Primeiro, ele ressurgiu para resolver um problema: simplificar uma complicada linguagem de programação de e-mail. Segundo, ele já era um ícone existente no alfabeto. Por isso, foi adicionado aos teclados e reutilizado sem custos para os fabricantes de máquinas de escrever e, mais tarde, computadores. E, finalmente, ele continuou a ter a função original de estabelecer conexões.

Em cada língua, um nome
Nas mais diversas línguas, o @ tem significados diferentes.
Confira os mais interessantes:
- Alemão: rabo de macaco.
- Chinês: pequeno rato.
- Italiano e francês: caracol.
- Filandês: gato dormindo.
- Russo: cachorro.
- Espanhol e português: unidade de medida.

Olívia Meireles/Correio Brasilienese - in www.zerohora.com

Curiosidades :)

A pedido vou postar algumas curiosidades da língua Inglesa

Conheça 10 curiosidades sobre termos da língua inglesa



1 – Rhythm é a maior palavra escrita sem conter vogal.

2 – Se você retirar as quatro últimas letras da palavra queue, a pronúncia não mudará: “queue” /kjuː/ e “q” /kjuː/.

4 – A frase mais curta da língua inglesa é
I am.



3 – Typewriter é a maior palavra que pode ser digitada usando-se apenas uma fileira do teclado.

5 – Dreamt é a única palavra que termina com “mt”.


6 – Ewe e you têm a mesma pronúncia, mas nenhuma letra em comum. O mesmo fato ocorre com eye e I.



7 – O plural de life é “lives”, mas o plural de
 still life (natureza-morta) é “still lifes”.



8 - Almost é a palavra mais longa que possui letras em ordem alfabética.

9 – Pneumonoultramicroscopicsilicovolcanoconiosis
 é a palavra mais longa da língua inglesa.


10 – A frase the quick brown fox jumps over the lazy dog contém todas as letras do alfabeto.

Fonte: www.inglesnosupermercado.com.br/13-curiosidades-da-lingua-inglesa